Human Rights Watch pede pressão para Arábia Saudita suspender execuções
Riade executou pelo menos 356 pessoas em 2025, mais 11 do que no ano anterior, estabelecendo assim um novo recorde no país desde o início da monitorização.
Riade executou pelo menos 356 pessoas em 2025, mais 11 do que no ano anterior, estabelecendo assim um novo recorde no país desde o início da monitorização.
Naquele que foi o quarto dia consecutivo de protestos contra a morte de Renee Good, os manifestantes saíram às ruas com imagens da vítima, cartazes contra Trump e outros a exigir o fim das operações dos agentes federais na cidade.
Desde o início de setembro, os Estados Unidos realizaram ataques contra pelo menos 26 navios, que acusaram de operar no tráfico de drogas nas Caraíbas ou no leste do Pacífico, executando, pelo menos, 95 pessoas.
Líder do grupo de trabalho da Casa Branca para o evento que segurança será uma prioridade.
Os protestos começaram a 25 de agosto em Jacarta, quando foi anunciado um aumento salarial para os deputados da Indonésia.
Está em causa uma decisão dos EUA que se traduz no bloqueio de bens, proibição de entrada no país e restrições financeiras a Francesca Albanese e familiares.
Imagens de satélite mostram bairros outrora densos transformados em escombros, bem como quase uma dúzia de novos postos avançados do exército israelita desde o fim do cessar-fogo.
As detenções ocorreram hoje de manhã nas casas dos arguidos em Istambul, mas também em Ancara, Izmir e Eskisehir.
As detenções foram consideradas como sendo o ponto de ruptura depois de meses de repressão contra membros da oposição e dissidentes. A Human Rights Watch chamou-as de “politicamente motivadas e falsas”.
Netanyahu afirma que o documento é anti-Israel.
Organização que representa milhões de trabalhadores tinha pedido um observador independente para avaliar as condições laborais dos migrantes na Arábia Saudita, na preparação para o Mundial de 2034.
Ainda assi, Vedant Patel, porta-voz adjunto do Departamento de Estado norte-americano, manifestou que os Estados Unidos estão "profundamente preocupados com a extensão dos danos causados aos civis neste conflito".
Um relatório lançado pela ONG acusa o estado judaico de privar os palestinianos de água e outros bens essenciais.
Já começaram as críticas ao Mundial na Arábia Saudita, em especial relacionadas com as violações dos direitos humanos e com as más condições que muitos trabalhadores migrantes vão enfrentar. Para lá disso, também vai reinar a hipocrisia e a indiferença: os adeptos não vão deixar de ir aos estádios, tal como aconteceu no Qatar; e os vencedores de 2034 vão festejar na rua com o povo, tal como os milhões de argentinos que receberam a seleção em Buenos Aires, em 2022.
Montenegro e Rangel, contudo, estão ainda em tempo de afirmar a seriedade do Estado Português com o seu compromisso perante o TPI e, de caminho, reconhecer finalmente o Estado da Palestina.
A União Europeia, França, a Irlanda, os Países Baixos, a Colômbia, a Jordânia e a África do Sul - esta última que apresentou uma acusação de genocídio contra Israel a 29 de dezembro perante o Tribunal Internacional de Justiça -, foram alguns dos primeiros a reagir a favor da ordem do Tribunal Penal Internacional.